Dia quente, banho gelado, ar fresco! Um entusiamos trazido de Minas e também do sub consciente que anuncia a chegado da melhor época do ano para a pessoa aqui.
Enquanto isso na sala de justiça ainda tem gente que perde seu tempo precioso se deixando levar por coisas pequenas como ser chamada de "namoradinha". Ah se é comigo...eu mato! Pena não conhecer a figura pra contar do que é chamada pelo boyfriend!
Pensei que durante toda a semana fosse postar, escrever milhares de coisas aqui no blog sobre minha semana em terras mineiras. Mas além de muito trabalho e muitas boas surpresas, a internet não funcionou e só hoje fiquei sabendo do descontão que tenho para usar a net do hotel! Então de hoje até terça vou tentar postar!
Enquanto isso na terra do queijo, muito trabalho e pouco diversão! Ainda não deu tempo de escrever nada para colocar aqui, até porque a Claro na capital funciona muito pior que no interior do interior! Inté mais!
Desde sempre eu me emociono com as coisas da Cris do parafrancisco (é que depois de meses visitando os blogs dela, a gente fica intima mesmo sem conhecer). E não é tristeza, é a constatação do ditado "é na dor que se aprende", e a Cris sem querer ensina.
Os textos são de uma belezura sem tamanho, a idéia de o filho um dia acompanhar a história de amor dos pais e o crescimento do amor de mãe por ele, essas coisas são realmente emocionantes, e fico pensando que: força se aprende, superação também e alegria de viver muito mais!
Através da leitura quase diária dos blogs (porque o "hojevouassim" não é só moda, também tem sua tirada nos delicados textos laterais), é que podemos colher delicadeza, vontade de viver, amizade e alegria, porque no final das contas, os blogs são nada mais que diversão, para quem escreve e para quem lê.
Diversão é a maneira que encontramos para amenizar as mazelas dessa vida!
Eu sei que não posso simplesmente deixar de me importar. Posso sim é importar sem me importar! Isso é possível? Sim. Bem, digamos que passei a me importar com coisas realmente importantes: o meu bem-estar, a maneira como trato as pessoas, o meu jeito de levar a vida no trabalho, as minhas responsabilidades como filha, irmã, tia, cunhada e amiga. Me importo com as contas que preciso pagar, com as matérias que preciso estudar, com a quantidade de informação que preciso saber para continuar seguido nesse mundão de My God! Então isso é mudar o sentido das coisas importantes para você, e para resto......Eu não to nem aí!
Se a balança acusa números altos demais, eu trato de maltratar meu paladar com saladas e saladas. Se o chefe ou os colegas conseguem quase me tirar do sério, o jeito é reverter o quadro, olhar pra frente, agir diferente, chegar primeiro, surpreender e escolher! Se sobra dia no final do salário, a gente visita sites, blogs, baixa milhares de arquivos de música, filme e séries, canta no karaokê com os sobrinhos e a diversão é garantida.
Enquanto isso sobra tempo para papear com o irmão na viagem para o trabalho, afinal, nem todo mundo teve a sorte de trabalhar junto com o único irmão. Também sobra tempo para ler livros da moda e também os que estão fora da moda, mas sempre despertou sua atenção. Sobra tempo para passear pelas ruas de sua cidade (que antes era o Ô!) e namorar as vitrines. Sobra até tempo para pensar e ter certeza que no lance do amor, já não existe tempo, nem espaço para coisas do passado. E sobre isso eu li algo interessante no livro “Comer, rezar, amar” que por sinal não é mais um “livrinho” de auto-ajuda, e preciso reproduzir aqui, porque é exatamente o que eu gostaria de dizer e fazer:
Elizabeth Gilbert diz - Nunca me passou pela cabeça fazer a um pretendente as mesmas perguntas difíceis que meu pai poderia ter-lhe feito, em uma época diferente. Eu me entreguei ao amor muitas vezes, unicamente em nome do amor. E algumas vezes, ao fazer isso, entreguei também tudo que eu tinha. Se eu quiser realmente me tornar uma mulher autônoma, então preciso assumir esse papel de ser minha própria protetora. Em uma frase famosa, Gloria Steinem certa vez aconselhou às mulheres que elas deveriam se transformar nos homens com quem gostariam de se casar. O que só percebi recentemente foi que não apenas eu preciso me transformar no meu próprio marido, mas preciso me transformar também no meu próprio pai. E é por isso que, nessa noite, fui para a cama sozinha.
Afinal como constatou uma amiga hoje “figurinha repetida nunca preencheu álbum”...Isso é vero, vero, vero!!!!
***
Novidade! Voltei para o orkut, PAUSA! Voltei porque descobrir altas comunidades de verdade, onde pessoas conversam de verdade, onde os fóruns são verdadeiras fontes de informação e interação, então por este único motivo é que estou de volta ao vício(não mais para a minha pessoa). Mas a descrição de quem sou eu foi bem clara, nada de adicionar amigos, inimigos, colegas de infância ou entrar em comunidade como “durmo com meu celular do lado”, assim como minha vida, o orkut para a pessoa aqui está em nova fase, totalmente reformulado!
Ah, e, mais uma coisa: Eu continuo não sabendo escrever, ainda não comecei a cursar o tão sonhado curso de letras (por enquanto só na matemática e indo mal, diga-se de passagem), mas ainda penso que posso continuar com esse blog, falando sobre coisas que eu gosto, sinto e penso, mesmo não sendo “ainda” expert no assunto da escrita e de blogs. Um dia serei, continue acompanhando!
A maneira como decidimos nos comportar, nos colocar diante da vida, é simplesmente o que rege como serão nossos dias.
Pode ser realizando um grande projeto ou nas coisas simples do dia-a-dia, você sente o quão bem te faz fazer o que escolheu. E isso inclui desde como resolve se sentir até como resolve sentir as pessoas em sua volta. E nesse meio tempo você descobre que não está só, mesmo quando parece.
“Aquele que prefere viver separado do mundo, considera mais fácil tachar as pessoas como incapazes de conviver com o seu modo de pensar e agir, ao invés de reavaliar uma situação.”
Ao reavaliar a sua maneira de viver e decidir viver da melhor forma possível, as dificuldades não deixarão de existir, mas coisas chatas se tornam menos e coisas legais se tornam mais, muito mais prazerosas.
Converse com você mesmo, tome um sorvete, arrume as gavetas (do armário e da vida), ouça “aquela música”, leia o livro que sempre quis, viaje para um lugar qualquer onde se sinta bem, faça coisas por você e decida sempre por VOCÊ!
Eu adorava fazer isso quando pequena...quem chegasse em minha casa eu fazia de carrinho...Como diz Marisa Monte: "Lembra meu filho, passou, passará...essa certeza a ciência nos dá"
Não sei de onde tirei essas idéias de "jirico" sobre casamento essa semana. Não caiu noivo do céu, muito menos bateu em minha porta (já que nem do castelo eu saio mais). Mas o fato é que hoje me peguei pensando em quem seria meus casais convidados para serem padrinhos de um tal casamento....a lista é grande, vai que alguém não se interesse pelo tal casamento, né!
Karla e Beto - Minha irmã de fé, meu cunhado camarada. Somos morenas, apaixonadas pela Bahia, estivemos juntas, grudadas em momentos tristes e alegres e por último ele teve a honra de casar-se com ela, fiz muito gosto desse casório.
Iara e Fábio - Amigos de uns 10 anos, família linda com seus filhos de olhos verdes e azuis, e os três eu tive a satisfação de acompanhar a gravidez e vê-los nascer! Ficaria muito feliz com os padrinhos.
Ju e Fred - O reencontro com ela depois dos 16 anos sem notícias, com certeza seria um bom motivo para celebrar a amizade juntas em meu casório.
Edileide e Robson / Edi e Roberto - Elas são irmãs e minhas primas. A primeira é amor de infância, geniosa como eu, adora um bate-boca e estaria pronta pra "rodar a baiana" em meu lugar, caso algo desse errado. A segunda é tão querida quanto, mas nosso amor de primas é maduro, nasceu depois que fiquei "velhinha" e ela deve está de bengalas, me vendo falar desse jeito. Os maridos são pessoas iluminadas por Deus, que nos dá orgulho em tê-los na família.
Baba e Bila - Figuras! Fui madrinha deles, e digo "deles" porque até hoje não lemos o livro pra saber de que lado eu estava naquele dia...rsrs...O importante é que lá estive! A presença deles em meu casamento seria uma oportunidade de conhecer Pedro, o primogênito que estou demorando tanto de conhecer, que vai me chamar de vovó! rs Enfim, esses seriam meus convidados. Se alguém não topasse o desafio seria uma pena! Se todos topassem seria uma festa e a certeza de que amigos de verdade são aqueles que acreditam em você mesmo quando faz loucuras!
Bem, agora que parei de pensar em casamento e já acordei para a realidade, vou consultar um por um e saber o que acham do convite! Ah, até parece que vou parar de pensar nisso!?!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Não pode ser só casando que algumas coisas saram! Eu quero a curaaaaa!