domingo, 29 de junho de 2008

My niver

E não é que teve bolo?
Só posso agradecer a Deus, por mais um ano de vida, saúde, amor, paz e amigos!
Que venha o novo!

sábado, 28 de junho de 2008

O jeito de mais um ano!!!


Há um ano atrás comemorei meu niver em terras lusitanas. São muitas saudades!

Fui de barco, metro, comboio e auto-carro.

Comi coelho, cereja do pé, pastel de Belém, travesseiro de Cintra e entremeadas...muitas delas!

Conheci lugares e pessoas que guardo com muito carinho em minha doce lembrança do tempo que ali passei.

Dentre todas as fotos e foram muitas, essa aqui me traz grande saudade da paz e tranqüilidade existentes por lá!

Está escrito: Alguns artigos para um conjunto de figuras artísticas.

E viva a arte em forma de gente! Tem forma mais bela?!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Fé

É a certeza das coisas que não se vê.
Em tempos como os nossos raridade é ver um grupo de pessoas usando a fé para vencer mais um dia. Hoje tive o prazer de descobrir que ainda existe gente pensando em gente, e tentando através da fé transformar seus dias em dias melhores!
Muito bom isso....Ainda há paz em meio a guerra!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Tava por aí

Minha memória não é a de um caderno espiral, para distribuir e censurar as confissões, mentir sua extensão e abreviar o conteúdo. É de um caderno capa dura. Não consigo apagar uma lembrança, mesmo que seja dolorida ou humilhante ou os dois. Muito menos alterar seu número de páginas conforme as necessidades da relação. Não sou de riscar o que aconteceu para parecer mais maduro, ou eliminar as contradições e simular coerência. Inclino-me a conviver com as rasuras e insatisfações. O branco do corretivo sempre me irritou mais do que a mancha violeta. Alterar é disfarçar a carência. Alterar é fingir o que não foi vivido, antecipar o que não era hora. Falsificar-se compulsivamente.

Não irei me vingar com as cinzas, arrancar as folhas que não combinam comigo, ou que me provocaram decepções. Não serei visto queimando fotografias, cartas e paixões numa lata de lixo, apenas porque não me servem mais. O que namorei vai me enamorar a vida inteira. Estará lá numa página definida, permanente, com a letra segurando as linhas.

Todos os meus erros são esperançosos pela releitura. “

Som do coração

Quando digo que as coisas estão mudando em minha volta é pura verdade!
Parece mentira mas hoje teve música clássica na porta de casa....e eu nem precisei me mover....lavei e sequei os meus cabelos ao som de um belo piano tocado na praça da cidade....Isso é ou não é o máximo da modernidade no interior do interior baiano?!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Gostosa de ouvir e divertida!

Lindo! Vou me acostumar bem...

Ando por aí em blogs alheios e sempre visito o blog da Ticcia, já li de tudo um pouco lá, mas hoje me deparei com esse texto que ela escreveu para uma revista.

Simplesmente lindo!

1001 maneiras de dizer tudo sem dizer nada

por Patrícia 'Ticcia' Antoniete

Diga que me ama muitas vezes, de todas as maneiras. Não me acostumo mal, prometo, me acostumo sempre bem. Meus ouvidos não gastam e minha pele fica mais sedosa. Diga que me ama e meus cabelos ficam mais brilhantes, eu rebolo mais bonito, rio com os olhos, sinto um formigueiro bom no estômago e uma geléia molinha nas pernas.

Diga que me ama e eu ando melhor de bicicleta, desenho melhor e canto desafinando muito menos. Diga que me ama bem cedo, quando ainda está escuro, tateando para se certificar de que eu existo. Diga que me ama e eu brinco com o cachorro, tenho paciência no engarrafamento, me alimento direitinho e até como salada. Diga que me ama me esperando para o café, descansando seu pé sobre o meu.

Diga que me ama e meus olhos ficam quase verdes, minhas pernas ficam leves e todo mundo acha que eu tenho 5 centímetros mais. Diga que me ama em silêncio olhando pela janela para o mesmo gato adormecido, sorrindo do mesmo jeito que eu. Diga que me ama e meu sono melhora, meu banho é mais demorado, eu ligo menos para as olheiras e caminho sem tropeçar pela calçada. Diga que me ama sempre um pouquinho, cada dia mais, adivinhando porque minha testa está franzida.

Diga que me ama e eu não esqueço as chaves dentro do carro, ando de vidros abertos, ouço música alta dançando como uma louca e não me importo se riem de mim no sinal. Diga que me ama quando eu estiver gripada e precisar de sopa e de cuidados. Diga que me ama e eu trabalho dobrado, arrumo as gavetas, limpo a geladeira e ponho flores nos vasos. Diga que me ama sem nenhuma palavra outra, só dizendo o meu nome do jeito que ninguém mais diz.

Diga que me ama e eu capricho no perfume, uso batom vermelho, ponho brincos maiores e compro um vestido rodado. Diga que me ama de repente e me lasque um beijo demorado sem contar que todo mundo parou para ver. Diga que me ama e tenho vontade de ir à praia, ando de pés descalços, nunca mais choro escondido no banheiro e imito seu jeito de falar.

Diga que me ama olhando para a lua, mesmo a muitos quilômetros de distância. Diga que me ama e eu escuto Sinatra, escancaro as janelas e suspiro na fila do banco.

Diga que me ama muitas vezes, de todas as maneiras. Não me acostumo mal, prometo. Me acostumo sempre bem.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sem quadrilha, milho cozido e chuvinha!


Hoje é o dia em que todo o Nordeste e quase toda a Bahia, menos aqui....está curtindo a festa que mais chama a minha atenção enquanto baiana!
A alegria do São João, as comidinhas e a festança da criançada é bonito de ver!
Para quem me conhece sabe que não sou de festanças...mas admiro com paixão as festas juninas!
O São João realmente é alegre e faz falta quando se mora em uma Bahia que ainda não sabe sua identidade!

Viva São João!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Não quero mais perder

Acabo de ver o filme “Coisas que perdemos pelo caminho”.
Não sei exatamente em que momento de nossas vidas nos damos contas das coisas que perdemos. Costumamos ser rápidos quando percebemos perder coisas materiais. Uma caneta, dinheiro, roupa....logo sentimos a falta e começamos a busca ou as lamentações por ter perdido.
Mas e quando perdemos coisas pelo caminho que nos transformam em pessoas menos alegres e menos cheias de vidas?! E quando de repente perdemos alguém que amamos, deixamos de lado o amigo de longas datas, os pequenos encontros que fazia de nós pessoas sempre melhores?! E quando esquecemos de olha em volta e sentir a necessidade de cada um e a nossa própria?!
Quanto de tempo será que nos resta até que possamos perceber o todo que perdemos e deixamos para trás por simples capricho ou falta de “tempo”?
Ao perder temos a oportunidade de avaliar as demais coisas e não deixar que nada mais se perca ao longo do caminho.
É preciso exercitar o menos, o bem...voltar ao passado que deveria ser presente e recuperar tempo e momentos, antes que não possam mais ser revividos.
Quando pararmos para listar as percas materiais, deveríamos fazer uma lista paralela para contar quantas pessoas e quantas coisas boas perdemos pelo caminho.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Doce aos olhos - Por Mário Quintana

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
 
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